Oiiii pessoal!!
Hoje de manhã fui ao 4º Seminário da Revista Crescer, Tema: Brincar, realizado pela Editora Globo e Patrocinado pela Mattel. O evento acontece anualmente, e cada edição tem um tema diferente.
Foi dividido em dois painéis: A importância do brincar para crianças de 0 a 3 anos e, A importância do brincar para crianças de 4 a 8 anos.
Teve um espaço Mattel de recreação cheio de monitores, atividades e lanchinhos mas a Bruna ficou um tempo lá e depois cansou, e fui chamada para pegá-la. Aí não parou mais né?? hehe
Depois consegui deixar ela lá mais um pouquinho, mas logo antes de começar a segunda parte do evento, fui vê-la e ela começou a chorar de sono, e pediu para vir embora. O segundo painel assisti parcialmente online, mas vou contar um pouco do que vi por lá!
O evento
A Mestre de Cerimônia foi a Rosana Jatobá, mãe dos gêmeos Lara e Benjamin de 1 ano.
A primeira palestra foi da Kathleen Alfano, responsável pelo PlayLab, o Laboratório de Pesquisa da Primeira Infância da Mattel. Distribuíram aparelhos de tradução simultânea para quem não conseguisse acompanhar em inglês.
Ela contou que no mundo todo as crianças brincam igual: empurram carrinho, fazem sons com a boca, brincam de boneca.
- Físico
Sensorial
Motor fino
Motor grosso
Equilíbrio e coordenação - Cognitivo
Curiosidade e descobertaImaginação e criatividadePensar e resolver problemasAprendizado acadêmico: subir e descer, números, alfabeto
- Social e Emocional
Segurança e felicidade
Confiança e auto-expressao
Escutar e se comunicar
Dividir e cooperar
- Não pode haver preconceito do adulto quanto à brincadeira de boneca por meninos, ou carrinho por meninas. A brincadeira não tem sexualidade. Eles tem que ser livres para brincar.
- Brincar é uma forma de se expressar e se comunicar.
- Brincar com qualidade é mais importante do que quantidade.
- Tecnologia é inevitável, mas é um caminho sem volta no brincar, por isso é muito importante dar limites.
- Crianças que brincam com outras desenvolvem melhor suas habilidades sociais.
- A escola desperta interesse por brincadeiras diferentes na criança.
A Virna comentou que colocou o filho de 1 ano na escolinha, pois ela achava que lá eles conseguem desenvolver mais atividades e estimular mais as crianças, já que ela não conseguiria dar atenção e brincar o dia todo. E que existe a famosa “culpa de mãe” quando não consegue se dedicar ao filho.
Eu concordo e assumo que não brinco todos os dias com a Bruna, mas havendo qualidade no brincar, nos passeios e distração, acho muito bom e suficiente.
Depois do intervalo, começou o segundo painel (brincar de 4-8 anos), com a mediação da Fernanda Young, e como debatedores, Marcelo Tas, pai de 3 filhos, Fernanda Takai, mãe da Nina de 8 anos e de acordo com o programa do evento, profissionais da área como a Maria Ângela Barbato e Silvana Rabelo. Como eu também perdi parte desse painel, vou comentar o que vi.
- Ficamos ansiosos em fazer programações e a criança não precisa disso para brincar.
- É preciso mostrar aos pequenos que é possível brincar e se divertir sem comprar o tempo todo os últimos brinquedos e lançamentos.
- É preciso desestimular o consumismo e mostrar através da mesada, o valor das coisas: “Você quer isso? Então se guardar todo o seu dinheiro vai poder comprar daqui a 2 meses!”
- Brincar é o momento onde tudo se revela, por isso temos que estar atentos em todas as fases do brincar.
- A criança precisa de tempo e espaço para brincar.
- Atividades são importantes, mas o tempo de brincar tem que ser prioridade, principalmente na primeira infância.
- Você deve “soltar” seu filho para que ele saiba brincar sozinho e com os outros. Deixar ele “quebrar” a cara, fazer amigos.
- Devemos proibir e limitar, mas não podemos deixar de ouvir as crianças; eles não são ignorantes, nós seremos se não os escutarmos.
